Facilitar a vida de quem é diabético é uma das metas de muitas empresas que lidam com produtos voltados ao Diabetes. Os usuários de insulina necessitam muitas vezes aplicar o hormônio várias vezes ao dia, o que pode ser facilitado com as canetas de insulina atuais. Uma das questões discutidas são as agulhas. Qual a melhor? Qual tamanho? O que há de novo? Neste texto, o Dr. Marcio Krakauer traz as mais novas recomendações para aplicação de insulina, com destaque para os produtos mais inovadores do mercado.
A insulinoterapia, o exercício físico e o planejamento alimentar, em conjunto, compõem a abordagem mais completa no tratamento do diabetes mellitus tipo 1. Neste texto, a Nutricionista Juciane Barbosa destaca o papel da contagem de carboidratos como estratégia nutricional na prática de atividade física pelo diabético tipo 1.
A “idade óssea” é um exame radiográfico da mão e do punho não dominantes, que pode ser empregado em ambos os sexos, para se avaliar o grau de amadurecimento dos ossos. Os métodos mais classicamente empregados são os de Greulich & Pyle e de Tanner & Withehouse.
A partir da idade óssea, pode-se ter uma melhor idéia do tempo que ainda resta para uma criança ou adolescente crescerem. A maturação esquelética pode ser diferente da idade cronológica, nem sempre representando um problema de saúde. O exame geralmente é parte da avaliação do crescimento e desenvolvimento sexual.
A insulina é o hormônio responsável pela redução da glicemia (taxa de glicose no sangue), ao promover a entrada da glicose nas células. No diabetes mellitus tipo 1, o tratamento consiste fundamentalmente na reposição de insulina, já que o pâncreas já não a produz suficientemente. Esse hormônio, essencial à vida, pode ser administrado de diferentes maneiras, por via subcutânea, através de seringas, canetas aplicadoras ou por um sistema de infusão contínua (“bomba”de insulina). Neste texto, o Dr. Rafael Mantovani descreve as características das insulinas disponíveis para o tratamento do diabetes.
A edição de Junho de 2011 da revista Journal of Pediatric Endocrinology and Metabolism traz uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Minas Gerais, envolvendo crianças e adolescentes obesos. O trabalho mostrou que, mesmo em idades precoces, o acúmulo de gordura no abdome, principalmente na puberdade, predispõe os indivíduos a um maior risco de formar trombos na corrente sanguínea, com consequente aumento do risco cardiovascular.
Hipoglicemia é a complicação aguda mais comum do diabetes tipo 1. Certamente é uma situação de grande preocupação dos pais e também entre os professores que permanecem diversas horas por dia com crianças e adolescentes diabéticos. Neste texto, a Dra. Adriana Balancieri fala sobre esse problema tão comum no tratamento das crianças e adolescentes com diabetes e ensina como reconhecer e tratar crises de hipoglicemia na escola.
Foi realizado, de 17 a 20 de abril de 2011, o IX Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (COBRAPEM), em Ouro Preto – MG. O evento contou com a participação de profissionais de todo o Brasil, assim como de renomados endocrinologistas estrangeiros. O congresso abordou temas de grande interesse na área de Endocrinologia Pediátrica, […]
Uma das situações mais delicadas na Endocrinologia Pediátrica é o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 em uma criança pequena. Geralmente, a criança é internada num centro de tratamento intensivo (CTI) pediátrico, o que, por si só, gera uma grande apreensão nos pais. É um momento de compreensível ansiedade, repleto de dúvidas e incertezas. Neste texto, o Dr. Rafael Mantovani descreve as particularidades do tratamento de lactentes com diabetes mellitus.
AVISO
Entraremos em recesso de férias do dia 18 de julho ao dia 02 de agosto.
Pedimos aos nossos pacientes, que em casos de urgência, entrar em contato diretamente com a Dra. Denise, no número pessoal.
Boas férias a todos!